quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Vamos falar dos nossos sentimentos


Sem querer desvalorizar o sentimento de quem o diga e o momento em que foi dito, “I love you” às vezes parece mais um slogan do que propriamente um sentimento. Por isso, não queria dizer apenas isso, queria dizer algo diferente, queria falar dos meus sentimentos.
Que eu gosto de ti, suponho que sabes ou, pelo menos, algures acreditas que sim, mas e se falássemos das coisas que não sabes. E se falássemos das coisas que até podem ser reciprocas, mas eu, nem tenho a certeza de como as explicar. Queria falar da alegria (será que é mesmo a alegria) que senti quando te vi pela primeira vez. Se falar do aperto no peito que senti quando partiste, da solidão que me consome quando sinto a tua falta, do medo de não te ver mais, e da vontade de estar sempre ao teu lado. E se tentar explicar a “contenteza” que sinto quando estás por perto. Honestamente, não sei definir o que sinto quando me abraças. Quando me dás a mão sinto-me nas nuvens, mas sentir nas nuvens não deve ser sentimento, parece mais coisa dos loucos.
Afinal, não sei falar dos sentimentos. Não consigo dizer nomes. Não sei definir o que realmente sinto. Também falo por códigos em relação a esta matéria, por isso, espero do fundo do meu coração que saibas que eu gosto muito de ti, “n´cretcheu”, “I love you”.


Paula Ribeiro